Psicopedagogiando.
Henisio Pires
Gonçalves
Estudante de
psicopedagogia
Centro
universitário Unidesc Goiás
05/2017
Palavras chaves:
psicopedagogia, aprendizagem, educação, criança.
A
psicopedagogia nasce com o desafio de ajudar na aprendizagem e com a não
percepção da unidade do ser humano, imaginavam-se que todos eram iguais, isso chama
a atenção de Kiguel onde ele ver que a criança precisa de uma atenção especial
relacionada ao aprendizado, pois na maioria das vezes, a dificuldade em
aprender, não é uma doença e sim uma nova configuração de vida, comprovadamente,
as mudanças de comportamento muda tudo.
Em
uma extremidade o pedagogo e na outra o psicólogo, todos tratando-as de maneira
geral. Kiguel ver a necessidade de tratar de forma individual, é aí que surge a
Psico pedagogia, ora tratada
por psicólogos, ora pedagogos, com o passar do tempo comprovou a necessidade de
um “profissional” exclusivamente para
esta área, foram então nomeados: Psicopedagogos.
Epistemologia.
A
psicopedagogia é uma ciência nova, para o Brasil, porém já usada em países onde
têm como prioridade a educação. Aproximadamente ela vem sendo estudada no Brasil
há 30 anos, têm referencias do país Argentino, que rementem a estudos na França
SEC..XIX. O primeiro centro médico psicopedagógico foi fundado por Geoge Mauco
na França.
Quando
se estuda psicopedagogia no Brasil temos como parâmetro Nádia bossa, entre
outros, seus trabalhos têm colaborado muito nessa matéria, ela é fonte
constante de consulta para estudantes aprofundarem seus estudos em
psicopedagogia Brasileira. Estima-se que têm 100 mil psicopedagogos no Brasil.
Aludo
que a psicopedagogia sempre terá dificuldades em ser incrementada, a não ser de
forma autodidata, na minha visão de mundo, não vejo incentivos federais,
municipais e locais, para se aprofundar nessa matéria. A quem interessa os
problemas de aprendizagem serem sanados? A educação liberta e desconfio que há
um esforço imenso para se manter a massa de manobra, ela, (essa massa) é
passada de geração em geração. Entretanto com um olhar mais clinico, praxe do
psico, nitidamente aparece duas formas de resolver os problemas relacionados a
dificuldade em aprendizagem, a classe “A e a B”. Relacionados a distúrbios do
aprender.
A
classe “A” se organiza e mantêm mesmo de forma “irregular” seus psicopedagogos, seus protegidos (alunos,
filhos) são tratados da melhor forma possível até a exaustão, consequentemente
os problemas são rigorosamente resolvidos.
Não
obstante a classe “B” sofre a desregulação dessa ciência maravilhosa, não sabem
nem que existem, psicopedagogos, e quando sabem não têm meios jurídicos para
cobrar este tratamento, pelo lado bom existe o jeitinho brasileiro,
profissionais que por amor à profissão se enveredam por este caminho, que o
estado faz questão de não transformar em profissão, quem perde? Os pobres, e
posteriormente a sociedade, em geral presa em suas casas reféns de psicopatas
que poderiam ser homens honrados se fossem tratados nas gêneses de seus
problemas (mas percebe-se que é tudo planejado). Com muito esforço alguns casos
são resolvidos. Esforço esse não institucionalizado.
Descobri
nesta pós-graduação na Unidesc, com a Professora Luciana, O que?
A
psicopedagogia é um sacerdócio, quando em senso normal pessoas procuram fugir,
eliminar seus problemas. Esses seres, estudantes professores, anormais,
procuram tentar resolver os problemas de outros, ignorando a si mesmo, sem
demagogia há pessoas que nasceram para viver em função do outro. Este fato
enobrece o psicopedagogo a preocupação do aprendizado o desejo de ver uma
criança ser bem-sucedida podendo viver suas conquistas.
Por
ser dinâmica podemos citar dentro do mesmo contexto de aprendizagem a
psicopedagogia institucional e a hospitalar onde vão desaguar no mesmo foco a
aprendizagem, o aprofundamento nessa mina permite ao profissional resolver
todos, ou pelo menos partes, relacionadas as variedades no âmbito de
aprendizagens: relacionamentos interpessoais nas empresas, baixa produtividade,
baixa autoestima dos funcionários e afins. No outro segmento todo criança, pode
ficar internada, o profissional ideal e preparado para cuidar desta pessoa
deveria ser o psicopedagogo, hoje, ainda não tem no quadro médico
hospitalar.
Ética
da psicopedagogia.
Em
uma relação o mínimo que se espera é confiança, sui generis, a ética e o sigilo,
além de alguns artigos (Art.) ou parágrafos §§§ tem o bom senso a ser usado
quando não houver parâmetro. No trato com o aluno o empoderamento de forma
alguma é recomentado, a igualdade deve ser mantida, a empatia o respeito deve
sobrepor qualquer código.
Entretanto
temos o código de ética do psicopedagogo, reformulado pelo conselho nacional do
biênio 1995/1996. Disponível no site da ABPp. Associação Brasileira de
Psicopedagogia. Sede Rio Grande do Sul.
O
código tem 20 artigos que regulamentam as atividades do psicopedagogo.
Vale
frisa que existem uma “lei PLC 31 2010” que está aguardando a ordem do dia para
ser votada e posteriormente a regulação, a evidente falta de união da categoria
denota este desinteresse das casas parlamentares onde não conseguem chegar a termos
que comporão as condutas e regra da lei, nesse interim o projeto de lei do
senhor Barbosa 1997, não anda e quem perde sempre são as escolas públicas em
geral.
Considerações
finais.
Concluo
que o caminho é longo e hemisférico, e a tendência, em fatores psíquicos, é só
piorar o mundo mudou e assim vão as pessoas, já temos crianças com microcefalia
a serem tratadas. Onde beber desse conhecimento?
Por
fatores genéticos ou até mesmo naturais temos filhos cada vez mais ansiosos,
imediatistas, rebeldes. As mudanças acontecem muito rápidos, os estudos
requerem experiências tempos dedicação, cabe a cada um dos envolvidos na
educação serem perseverantes na busca do conhecimento para atender às demandas
de nossa comunidade escolar. A psicopedagogia conquistou o seu lugar por
direito e é um dos grandes pilares de sustentação para uma sociedade harmônica,
contudo esse atendimento psicopedagógico não tem caindo no meio do povão ainda
é restrito a quem pode pagar, uma das missões paralelas a doutrina da
disciplina é tornar o atendimento comum a todos, as dificuldades de
aprendizagens não escolhe classe social, estamos saindo da caverna.
Referência
bibliografia
http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/96399
Conselho nacional
da associação Brasileira de Psicopedagogia
Mestre: Dias
Samantha. Especialista em educação e psicopedagogia
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