sexta-feira, 26 de maio de 2017

  Psicopedagogiando.
Henisio Pires Gonçalves
Estudante de psicopedagogia
Centro universitário Unidesc Goiás
05/2017
Palavras chaves: psicopedagogia, aprendizagem, educação, criança.
A psicopedagogia nasce com o desafio de ajudar na aprendizagem e com a não percepção da unidade do ser humano, imaginavam-se que todos eram iguais, isso chama a atenção de Kiguel onde ele ver que a criança precisa de uma atenção especial relacionada ao aprendizado, pois na maioria das vezes, a dificuldade em aprender, não é uma doença e sim uma nova configuração de vida, comprovadamente, as mudanças de comportamento muda tudo.
Em uma extremidade o pedagogo e na outra o psicólogo, todos tratando-as de maneira geral. Kiguel ver a necessidade de tratar de forma individual, é aí que surge a Psico pedagogia, ora tratada por psicólogos, ora pedagogos, com o passar do tempo comprovou a necessidade de um “profissional” exclusivamente para esta área, foram então nomeados: Psicopedagogos.   
Epistemologia.
A psicopedagogia é uma ciência nova, para o Brasil, porém já usada em países onde têm como prioridade a educação. Aproximadamente ela vem sendo estudada no Brasil há 30 anos, têm referencias do país Argentino, que rementem a estudos na França SEC..XIX. O primeiro centro médico psicopedagógico foi fundado por Geoge Mauco na França.
Quando se estuda psicopedagogia no Brasil temos como parâmetro Nádia bossa, entre outros, seus trabalhos têm colaborado muito nessa matéria, ela é fonte constante de consulta para estudantes aprofundarem seus estudos em psicopedagogia Brasileira. Estima-se que têm 100 mil psicopedagogos no Brasil.
Aludo que a psicopedagogia sempre terá dificuldades em ser incrementada, a não ser de forma autodidata, na minha visão de mundo, não vejo incentivos federais, municipais e locais, para se aprofundar nessa matéria. A quem interessa os problemas de aprendizagem serem sanados? A educação liberta e desconfio que há um esforço imenso para se manter a massa de manobra, ela, (essa massa) é passada de geração em geração. Entretanto com um olhar mais clinico, praxe do psico, nitidamente aparece duas formas de resolver os problemas relacionados a dificuldade em aprendizagem, a classe “A e a B”. Relacionados a distúrbios do aprender.
A classe “A” se organiza e mantêm mesmo de forma “irregular” seus psicopedagogos, seus protegidos (alunos, filhos) são tratados da melhor forma possível até a exaustão, consequentemente os problemas são rigorosamente resolvidos.
Não obstante a classe “B” sofre a desregulação dessa ciência maravilhosa, não sabem nem que existem, psicopedagogos, e quando sabem não têm meios jurídicos para cobrar este tratamento, pelo lado bom existe o jeitinho brasileiro, profissionais que por amor à profissão se enveredam por este caminho, que o estado faz questão de não transformar em profissão, quem perde? Os pobres, e posteriormente a sociedade, em geral presa em suas casas reféns de psicopatas que poderiam ser homens honrados se fossem tratados nas gêneses de seus problemas (mas percebe-se que é tudo planejado). Com muito esforço alguns casos são resolvidos. Esforço esse não institucionalizado.
Descobri nesta pós-graduação na Unidesc, com a Professora Luciana, O que?
A psicopedagogia é um sacerdócio, quando em senso normal pessoas procuram fugir, eliminar seus problemas. Esses seres, estudantes professores, anormais, procuram tentar resolver os problemas de outros, ignorando a si mesmo, sem demagogia há pessoas que nasceram para viver em função do outro. Este fato enobrece o psicopedagogo a preocupação do aprendizado o desejo de ver uma criança ser bem-sucedida podendo viver suas conquistas.
Por ser dinâmica podemos citar dentro do mesmo contexto de aprendizagem a psicopedagogia institucional e a hospitalar onde vão desaguar no mesmo foco a aprendizagem, o aprofundamento nessa mina permite ao profissional resolver todos, ou pelo menos partes, relacionadas as variedades no âmbito de aprendizagens: relacionamentos interpessoais nas empresas, baixa produtividade, baixa autoestima dos funcionários e afins. No outro segmento todo criança, pode ficar internada, o profissional ideal e preparado para cuidar desta pessoa deveria ser o psicopedagogo, hoje, ainda não tem no quadro médico hospitalar.              
Ética da psicopedagogia.
Em uma relação o mínimo que se espera é confiança, sui generis, a ética e o sigilo, além de alguns artigos (Art.) ou parágrafos §§§ tem o bom senso a ser usado quando não houver parâmetro. No trato com o aluno o empoderamento de forma alguma é recomentado, a igualdade deve ser mantida, a empatia o respeito deve sobrepor qualquer código.
Entretanto temos o código de ética do psicopedagogo, reformulado pelo conselho nacional do biênio 1995/1996. Disponível no site da ABPp. Associação Brasileira de Psicopedagogia. Sede Rio Grande do Sul.
O código tem 20 artigos que regulamentam as atividades do psicopedagogo.
Vale frisa que existem uma “lei PLC 31 2010” que está aguardando a ordem do dia para ser votada e posteriormente a regulação, a evidente falta de união da categoria denota este desinteresse das casas parlamentares onde não conseguem chegar a termos que comporão as condutas e regra da lei, nesse interim o projeto de lei do senhor Barbosa 1997, não anda e quem perde sempre são as escolas públicas em geral.   

Considerações finais.
Concluo que o caminho é longo e hemisférico, e a tendência, em fatores psíquicos, é só piorar o mundo mudou e assim vão as pessoas, já temos crianças com microcefalia a serem tratadas. Onde beber desse conhecimento?
Por fatores genéticos ou até mesmo naturais temos filhos cada vez mais ansiosos, imediatistas, rebeldes. As mudanças acontecem muito rápidos, os estudos requerem experiências tempos dedicação, cabe a cada um dos envolvidos na educação serem perseverantes na busca do conhecimento para atender às demandas de nossa comunidade escolar. A psicopedagogia conquistou o seu lugar por direito e é um dos grandes pilares de sustentação para uma sociedade harmônica, contudo esse atendimento psicopedagógico não tem caindo no meio do povão ainda é restrito a quem pode pagar, uma das missões paralelas a doutrina da disciplina é tornar o atendimento comum a todos, as dificuldades de aprendizagens não escolhe classe social, estamos saindo da caverna.      






Referência bibliografia
http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/96399
Conselho nacional da associação Brasileira de Psicopedagogia
Mestre: Dias Samantha. Especialista em educação e psicopedagogia


Psicopedagogia.